Do que eu tô falando?


Embriagado, toalmente embriagado. Intolerante ao mundo que cerca, mundo pobre e pequeno cheio de teais de aranha. Você é uma mosca..as teias de aranha estão bem na sua frente, você quer seguir ou prefere ficar olhando?



Qualquer tipo de risco vale a pena
Pessoas que seguem seus lemas
Que têm qualquer tipo grande ou pequeno de problema.
Se resolvem ou não com seus teóricos dilemas.
Se não há nada o que perder, aquele do outro lado não se lamenta.
Os que não têm não se importam com a perda.
Os que tem morrem de medo cobertos com seus enormes véus de ceda.

Tipo assim...

Eu já ví o tema do Super Mário (e não perguntem quem Mário com aquela piadinha, por favor) em tudo que é jeito. Já vi com flauta, com guitarra, com baixo, com violino, bateria, violão... COM TUDO!

...maaaas... eu só pensava que já tinha visto tudo...


Olha isso:





Depois me perguntam por que eu tenho medo dos japoneses. Tá de sacanagem, né?

Eu realmente não sei...


Algumas vidas se retratam como um filme, um musical mais propriamente dito, às vezes sem um final feliz. É como esperar que no final o mocinho encontre a mocinha e eles vivam felizes para sempre - esse final clichê é uma chatice imensa - ou quase isso. Para sempre? Não! Para sempre é demais, para sempre é para todo, eternidade...Enjoa, é longo, cansa. Caminhar os olhos por um roteiro sem fim acaba te deixando sem visão. É como aquele livro intragável, mas que você tenta a todo custo terminar a leitura - não sei tentando provar o que. Antes de chegar em pelo menos metade do livro você já sofre de catarata emocional (se é que isso possa existir) - enfim, só um devaneio rápido no meio do raciocinio - que já está ficando longo pelo visto. Essas ideias sem fundamento surgem assim mesmo... É como aquela visão, você no meio do oceano, num barquinho de madeira... deixando que o céu azul tanto quanto o mar te invada e te provoque a sensação de que perto do infitino, nesse imenso ponto de interrogação que se chama vida, você está fazendo apenas uma breve passagem. E essa breve passagem é como um texto - pode ser longo ou não - mas sempre cheio de vírgulas, cheio de rasuras, cheio de pontos de interrogação intermináveis...Cheio de letras, palavras, verbos que nem sempre você conseguira conjugar... verbos no passado, no presente e talvez no futuro que você mal sabe se irá chegar... Nada mais concreto do que a incerteza do amanhã.